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Palestra: "Hip Hop Mortifero!"

Com a chegada do final do corrente ano lectivo, também o nosso projecto chegou ao fim.

Esta conclusão teve lugar no auditório da Escola Secundária de Latino Coelho, pelas 9h00min da manhã, no dia 21 de Maio onde foi possivel observar a presença e a atenção de quatro turmas, incluindo a nossa (12ºB), além de outras entidades, como a PSP de Lamego.

A apresentação durou cerca de uma hora e foi dividida em duas partes:

-> A primeira consistiu na exibição de um pequeno filme abordando o nosso ano, seguidamente apresentamos o nosso produto final, que não era nada mais, nada menos, que uma curta metragem sobre Ciência Forense.


-> A segunda parte foi da responsabilidade da PSP de Lamego, que demonstrou uma recolha de vestigios principalmente impressões digitais de um copo.



[TOP 10] Maiores criminosos de Hollywood

10. Nancy Botwin (Weeds) – Comecemos por Nancy Botwin, da série Weeds, residente na idílica cidade dos subúrbios Agrestic (anagrama para cigarets). Nancy entra no mundo do cultivo e tráfico de marijuana após a morte do marido, de forma a conseguir continuar a criar os seus dois filhos e continuar a comportar o estilo de vida a que a comunidade onde vive obriga. Uma forma aparentemente fácil de conseguir dinheiro, mas que conduz a protagonista a uma série interminável de imprevistos. Poucas coisas, no entanto, nos dão mais gozo do que assistir às suas peripécias e à sua determinação, por vezes inconsequente.


9. Jean-Baptiste Grenouille (Perfume) – Jean-Baptiste foi abandonado num mercado de peixe francês do século XVIII, tendo crescido num orfanato. Reservado, Grenouille desenvolve um olfacto sobrehumano, sendo capaz de cheirar qualquer odor, por mais ínfimo que seja. Em Paris, maravilhado com a abundância que encontra, Grenouille conhece uma mulher, que não consegue esquecer. Segue-a, agarra-a e começa a cheirá-la. Tapa-lhe a boca para parar de gritar, mas acaba por sufocá-la… a sua primeira vítima! Quando se apercebe de que ela está morta, despe-a e continua a cheirar. Depois disto, Grenouille lança-se numa terrível busca pelo odor perfeito, matando quem fôr preciso para o conseguir…

8. Danny Ocean (Ocean’s Eleven) - Danny Ocean faz-se acompanhar de um grupo de dez “colegas de trabalho” e engendra um dos maiores golpes que o cinema americano já viu! O objectivo? Milhões de dólares, como não podia deixar de ser. Roubar 3 casinos de Las Vegas ao mesmo tempo não se mostra tarefa fácil para George Clooney, Matt Damon, Brad Pitt, Julia Roberts,… mas eles não saem de mãos a abanar.

7. Irmãos Metralha (Duck Tales) - Os famosos Irmãos Metralha, quem os não conhece! Os Beagle Boys, em inglês, fizeram, e fazem ainda, acredito, muita gente rir com as suas constantes tentativas, sempre falhadas, de roubar a fortuna do Tio Patinhas!

6. Hannibal Lecter (The Silence of the Lambs) - O personagem que rendeu a Anthony Hopkins um Óscar de Melhor Actor não só era um serial killer, como um torturador e canibal. Oficialmente, no entanto, não passava de um psiquiatra forense. Estima-se que tenha morto mais de 29 pessoas.

5. Ben (LOST) – Por vezes comparado com Adolf Hitler, Ben Linus só não já está preso porque vive numa ilha “deserta”. “Deserta”, devido, principalmente, a ele próprio, já que é o responsável pelo genocídio de grande parte dos habitantes desta – o povo pertencente à Dharma Iniciative. Michael Emerson, o actor, já várias vezes nomeado e galardoado com um Emmy pela sua interpretação na série (LOST), ainda acredita nas boas intenções do personagem. Aos fãs, no entanto, as motivações de Ben pouco importam, desde que “o mestre da manipulação” continue vivo para continuar a infernizar as vidas dos sobreviventes da queda de avião.

4. Sweeney Todd (Sweeney Todd)

3. Tony Soprano (The Sopranos) – Apesar de ser o chefe da maior organização criminal do norte de New Jersey, Tony Soprano sofre de ataques de pânico desde criança, razão pela qual é obrigado a procurar a ajuda de uma psicoterapeuta. É desta forma que vamos conhecendo a história d’Os Sopranos, família disfuncional, que Tony tenta, dificilmente, conciliar com a sua demasiado exigente “profissão”.

2. Dexter Morgan (Dexter) – Dexter Morgan é um homem normal: trabalha como analista forense para o Departamento de Polícia de Miami e tem uma namorada e uma irmã com quem se dá muito bem. Ninguém sabe, no entanto, que carrega, para todo o lado, um desejo incontornável de… matar! Graças aos esforços do pai adoptivo, este serial killer foi “ensinado” a matar apenas outros assassinos, que o Sistema Judicial por vezes deixa escapar. A série levanta uma questão para lá de interessante, sobretudo num país onde a pena de morte é legal em alguns Estados: o que o Dexter faz é correcto ou não? “Afinal de contas, ele SÓ mata outros criminosos, certo?!” Dou por mim, quase sempre, e embora não concorde, a torcer para que Dexter nunca seja descoberto pela polícia.

1. Don Vito Corleone (The Godfather) – E, por ultimo, o Padrinho! Impossível esquecer as perigosas aventuras de Marlon Brando como Don Vito Corleone, e do resto do clã Corleone. Uma família pertencente à máfia italiana, que se acaba por envolver numa guerra violenta e sangrenta com outras famílias muito poderosas. Drogas, tiroteios, assassinatos… nada falta a esta produção que é, indiscutivelmente, um clássico do cinema!

Fonte: http://comomateiaminhamulher.wordpress.com/

Crimes Recentes

Sem-abrigo morto por nota de 20 euros: Foi em Almada, na manhã desta segunda-feira, que um sem-abrigo foi encontrado sem vida, presumivelmente assassinado há já quinze dias.


Com 68 anos e problemas de toxicodependência, há anos que este sexagenário vivia numa casa devoluta na cidade da margem sul do Tejo, que partilhava com outros três jovens, também eles dependenes de drogas. Vivia da generosidade de proprietários de restaurantes vizinhos que lhe saciavam a fome e, nas últimas semanas, uma nova de 20 euros havia-lhe chegado às mãos. Esta nota fazia as maravilhas da vítima, que a exibia com frequência perante o olhar dos companheiros de casa. Esse terá sido o mote para o bem-planeado golpe na noite em que supostamente o assassinaram. O idoso estaria prestes a deitar-se quando foi atacado à traição pelos restantes moradores, que o atordoaram com uma substância química. Sem forças para debater, a vítima acabou por ser espancada antes de lhe espetarem uma faca no pescoço, que acabou por o matar.

Segunda-feira o corpo foi encontrado já em avançado estado de decomposição pela PSP, entretanto alertada pelos moradores locais que estranharam a ausência nas ruas do mendigo que todos conheciam. Dois dos três presumíveis homicidas, já referenciados por tráfico de droga, viriam a ser localizados ao final do mesmo dia, no Bairro Cor-de-Rosa, no Monte da Caparica, Almada. Conduzidos ao tribunal da cidade, as medidas de coação ainda estão para ser conhecidas.

Aniversário no estrangeiro acaba em tragédia: Um jovem estudante português faleceu na noite de segunda-feira em Inglaterra, enquanto se divertia na companhia de amigos numa discoteca de Londres. O adolescende de 17 anos havia viajado para o país a fim de desejar o seu 18º aniversário, suspeitando-se que tenha sofrido uma overdose consequente da ingestão de cocaína, vendida no interior do espaço de diversão notcturna.

Depois de se sentir mal no interior do espaço, o jovem ainda foi transportado para a unidade hospitalar mais próxima, mas ali deu entrada sem vida.

Psiquiatra julgado: O julgamento do médico psiquiatra do Porto acusado de ter violado uma paciente grávida prosseguiu esta segunda-feira com a audição, via video-conferência, do testemunho de cinco médicos que seguiram a mulher após esta ter sido consultada pelo clínico. João Vilas Boas foi detido em Novembro último pela suspeita de ter abusado sexualmente de uma paciente em pleno consultório.

Fonte: http://comomateiaminhamulher.wordpress.com/2010/05/01/972/#more-972

Insectos revelam data da morte

Gil Grissom, herói de ‘CSI Las Vegas’, é um dos responsáveis pelo êxito da disciplina – a ciência que determina a morte da pessoa a partir dos insectos que colonizam o seu cadáver. É assim, mas não de uma forma tão rápida e tão precisa como na série televisiva.


É mesmo verdade. As moscas são as primeiras a aparecer quando há algo em decomposição. Também é assim com os cadáveres. As várias espécies de moscas vão-se sucedendo, como os vários tipos de insectos, que vão deixando o “testemunho” de acordo com os seus apetites.

Ao estudo de toda esta sucessão chama-se entomologia forense. A ciência que pode dizer há quanto tempo a pessoa morreu, em que estação do ano e onde. E mais um ou outro dado que pode complementar a investigação criminal.

Fonte: http://forense.inlocoweb.com/wordpress/?page_id=1098

Realidade Vs Ficção

O Impacto no Público
A ciência forense nunca foi um tema tão popular como na actualidade. Mas, graças a séries televisivas, estas passaram a “retratar” a aplicação desta ciência.

A verdade é que nem tudo o que vemos nas séries televisivas, como "CSI" nos mostra, realmente, o que se passa.

Existe um grande abismo entre a percepção do público e a realidade, ao que muitos chamam de “efeito CSI”. Este efeito caracteriza-se por influenciar opiniões, mesmo casos em julgamento, pois muitos juízes, jurados e advogados são influenciados pelo que vêm nas séries televisivas e isso condiciona todo um processo de julgamento. Existem casos, em que muitos arguidos foram absolvidos, porque no ponto de vista dos jurados se não houvesse determinado tipo de provas, não se podia provar a culpa de um suspeito. Ou mesmo advogados que defendiam o seu cliente dizendo que, o facto de não existir determinada prova ou teste era a confirmação de que o arguido era inocente.

Infelizmente, era esquecido que nem o que se vê nas séries televisivas é verdade.

A Ficção
Em cada episódio, um grupo da polícia forense analisa de forma fria e calculista cada detalhe do crime, na tentativa de obter uma solução. A Polícia Científica tem a seu lado a ciência e a experiência para decifrar crimes, que pareciam ser impossíveis de resolver.

Apesar do êxito, e talvez por ele, o CSI levanta várias questões. Especialistas afirmam que o sucesso da investigação na série pode gerar expectativas irreais no público, relativamente à Polícia Científica, já que cada episódio termina feliz com a equipa de investigadores a aplicar, engenhosamente, a ciência repleta de recursos ao seu dispor.

A realidade
Naturalmente que o mundo fantasista da ficção, obrigatório em qualquer argumento que se quer bem sucedido, implica uma envolvência que não se adapta à vida real.

Existem várias diferenças entre os métodos reais de trabalho e os métodos aplicados em ficção.

Por exemplo, numa série, um indivíduo é dotado para recolher provas da cena do crime, fazer qualquer tipo de testes, analisar qualquer tipo de provas ou mesmo para interrogar os suspeitos.
Na realidade, nada se processa assim. A ciência forense abrange diversos ramos, por isso existe especialistas para cada tipo de tarefa. Existe um grupo de especialistas que são formados para apenas recolher provas da cena do crime, a que se dá o nome de Investigação. A investigação pode determinar se, em vez de ser ela própria a recolher provas, deverá ser o Laboratório (grupo de pessoas especializadas em análises de provas químicas ou biológicas). Quanto aos suspeitos apenas são interrogados pela Policia técnica.
Vemos também em séries, que um espaço se divide em laboratório, em sala de interrogatório e em escritório. Na verdade, isso não acontece. Depois das provas recolhidas, estas são enviadas para laboratórios tendo em conta o seu tipo. Em seguida, são esperados os resultados, e cada prova é analisada por ordem de chegada, o que condiciona o tempo de investigação, logo o processo não será encerrado tão rapidamente como vemos em CSI. Para além disso, existe também o tempo que os especialistas demoram a interpretar todas as provas e resultados.

Em ficção existem todo o tipo de aparelhos, para analisar todo o tipo de provas. Um pequeno aparelho distingue tudo o que se encontra numa peça de roupa, ou mesmo todos os químicos presentes no ar. Infelizmente ainda não temos este tipo de equipamentos na vida real, o que dificulta o trabalho dos nossos especialistas. Portanto muitos daqueles aparelhos que vemos facilitarem, em muito, a vida aos investigadores de CSI, nem sequer existem. Mesmo assim é afirmado que Portugal é um dos países que se encontra na vanguarda no que diz respeito à tecnologia forense.

Argumentos a favor
O lado bom de tudo isto foi o facto do público desenvolver um grande fascínio e respeito pela ciência forense, o que levou a que esta área esteja a ser bastante procurada, surgindo assim maior diversidade de cursos nas Universidades.

Outro ponto a favor da ficção foi o aumento dos investimentos no campo da pesquisa. Muitos laboratórios foram equipados com melhores ferramentas de trabalho, o que proporciona uma melhor análise de provas e, por conseguinte, uma maior facilidade na resolução de casos.

ENIGMA: Pensas como um psicopata?

Caros suspeitos, este engima é para ver quais de vocês é que pensam como psicopatas! Não deixem de nos enviar as vossas respostas!



Uma rapariga, durante o funeral de sua mãe, conheceu um rapaz que nunca tinha visto antes. Achou-o tão maravilhoso que acreditou ser o homem da sua vida. Apaixonou-se por ele e começaram um namoro que durou uma semana. Sem mais nem menos, o rapaz sumiu e nunca mais foi visto. Dias depois, a rapariga matou a própria irmã.



Questão: Qual o motivo de a rapariga ter matado sua própria irmã???



A resposta verdadeira será colocada em breve!

Resposta: Caros suspeitos, a resposta é este enigma, foi a que muitos conseguiram adivinhar. A rapariga, matou a irmã, para ver se o seu namorado aparecia no funeral, tal como apareceu no da Mãe dela. Incrível, não é? E então, quem é que manifestou uma mente de psicopata?

Ciência forense: De exceção já passou a regra, mas ainda está longe do CSI

O recurso à ciência forense passou de exceção a regra em meio século, a idade do Laboratório de Polícia Científica português. O que não quer dizer que séries como o CSI sejam fiéis à realidade. Na televisão, tudo é sempre mais rápido.

"Passámos de uma realidade de exceção para uma realidade de massa. Há alguns anos atrás, [os exames forenses] eram situações raríssimas", realça Carlos Farinha, diretor do Laboratório de Polícia Científica (LPC), unidade integrada na Polícia Judiciária (PJ).

Salpicos de sangue, análises de ADN, exames balísticos - várias séries de televisão circulam atualmente à volta de peritos forenses expeditos em dar aos vestígios de crime um significado.
 
Fontes:
Jornal de Notícias
06 - 02 - 2010

1º Caso de Identificação Através do ADN foi na Inglaterra

O primeiro caso de identificação criminal através de exames de ADN ocorreu em 1985, na Inglaterra. Num pequeno condado, rodeado de montanhas e com uma única estrada de acesso, uma mulher foi estiprada e assassinada.

"Ali, existia um geneticista, Alec Jeffreys, que colheu o esperma encontrado na vítima e fez o exame de ADN. Mais tarde houve outro crime semelhante. Novamente Jeffreys analisou o sêmen encontrado na vítima. Era do mesmo homem que cometera o primeiro crime", conta José Maria Marlet, professor de medicina legal da USP.

As autoridades locais forjaram uma campanha de doação de sangue cuja finalidade era identificar o agressor. Todos os habitantes foram doar sangue, mas nenhum deles possuía ADN igual ao do estiprador.

"A polícia prosseguiu com as investigações e descobriu que havia um viajante no condado. Quando o sujeito voltou, foi convidado a doar sangue. Feito o teste de ADN no sangue colhido, Jeffreys concluiu que o código genético do viajante era o mesmo do estiprador", conta Marlet.

Como vêem caros suspeitos, se não fosse a recolha de sêmen e a análise do ADN em causa, a polícia daquele pequeno condado nunca teria encontrado o assassino de duas mulheres.

Estripador de Lisboa

Ora, caros suspeitos, na última segunda-feira passou uma reportagem na TVI que nos chamou
a atenção. O caso único do Estripador de Lisboa. Deixamo-vos aqui com a história e o link para a reportagem que deu!

O Estripador de Lisboa é um assassino em série não-identificado que assassinou três mulheres entre 1992 e 1993 em Lisboa, Portugal.

A primeira vítima foi Maria Valentina de 22 anos, conhecida como "Tina", que foi a 31 de Julho de 1992 encontrada num barracão na Póvoa de Santo Adrião. Ela foi estrangulada, cortada, e alguns dos seus órgãos internos removidos.

A segunda vítima, Maria Fernanda, 24 anos, foi encontrada a 27 de Janeiro de 1993, também num barracão, desta vez em Entrecampos. Foi também cortada com remoção de alguns órgãos internos.

A terceira e última vítima, foi Maria João de 27 anos, encontrada a 15 de Março de 1993, perto do local da primeira vítima. Tal como as vítimas anteriores, foi cortada, mas desta vez quase todos os órgãos foram removidos.

Todas as vítimas eram jovens, baixas e morenas, alegadamente prostitutas e toxicodependentes, e foram rasgadas com um objecto afiado que não era uma faca, das ultimas duas vezes, com Maria Fernanda e Maria João utilizou o gargalo de uma garrafa como "arma" perfurando as vitimas já insconcientes com a mesma. Outra semelhança é que as três vitimas têm o primeiro nome Maria.

No seu ultimo "golpe" deixou três cigarros, um na vertical e os outros dois em X. Supõe-se que isso marca o facto de ser a sua ultima vitíma (I X) e isso será uma simbologia. Mas ainda se pode acrescentar que no seu ultimo "golpe" existem vagas testemunhas que disseram ouvir a vitima gritar: "- Luís, por favor não faças isso." Obviamente que isso não é certo. Até porque tal facto viria a revelar que o estripador teria algum contacto com a ultima vitíma e a morte das outras teria sido uma forma para aperfeiçoar o seu ultimo crime (aquele que teria de facto grande importância e que teria de ser perfeito). Nesse ultimo crime, foi encontrada uma pegada, de onde não se pôde tirar qualquer tipo de conclusões e ainda a marca das mãos do estripador limpas na parede com o sangue da vítima, mas obviamente que nenhuma prova foi deixada.

Poucas ou nenhumas provas foram encontradas nos locais; nenhum sangue (excepto o das vítimas), cabelos, pegadas ou pedaços de luvas. A polícia tinha alguns suspeitos, mas nenhuma prova contra eles.

Diz-se ainda que este assassino deveria ser talhante ou teria algum contacto com "carne humana", não excluindo a hipótese de ser médico. Nunca foram encontradas quaisquer tipos de provas do estripador e até hoje a pergunta é: Estará ele vivo? Morto? Ou para regressar? Realmente não se sabe.


Boas investigações!

Crimes!

Existem alguns crimes bastantes chocantes no Mundo inteiro e nós tivemos todo o prazer em encontrá-los para vocês!
Aqui vão eles...

Exemplos de assassinos seriais famosos que torturavam animais:

- Patrick Sherrill, que matou 14 pessoas numa agência de correios, roubava animais de estimação para que o seu próprio cão pudesse atacá-los e mutilá-los.
- Brenda Spencer, icendiou uma escola, matando duas crianças e ferindo outras nove e esta frequentemente maltratava gatos e cachorros, geralmente ateando fogo nas suas caudas.
- Albert de Salvo, mais conhecido como "Estrangulador de Boston", na sua juventude matou 13 mulheres e prendia animais em caixas e depois atirava-lhes com flexas...

PowerPoint "Ciencia Forense"

Deixamos aqui o powerpoint que realizamos para a avaliação do primeiro período, sobre o nosso tema.

http://www.4shared.com/file/188796064/47dd8f0b/Cincia_forense.html

Bom Proveito :D

Criminologia


A criminologia é um conjunto de conhecimentos que se ocupa do crime, da criminalidade e suas causas, da vítima, do controle social do ato criminoso, bem como da personalidade do criminoso e da maneira de ressocializá-lo. Etmologicamente o termo deriva do latim crimino (crime) e do grego logos (tratado ou estudo), seria portanto o "estudo do crime". É uma ciência empírica e interdisciplinar. É empírica, pois baseia-se na experiência da observação, nos fatos e na prática, mais que em opiniões e argumentos. É interdisciplinar e portanto formada pelo diálogo de uma série de ciências e disciplinas, tais como a biologia, a psicopatologia, a sociologia, política, a antropologia, o direito, a filosofia e outros.


Cientificidade da Criminologia

A criminologia é ciência moderna, sendo um modo específico e qualificado de conhecimento e uma sistematização do saber de várias disciplinas. As partir da experimentação desse saber multidisciplinar surgem teorias (um corpo de conceitos sistematizados que permite conhecer um dado domínio da realidade).

Enquanto ciência, a criminologia possui objeto próprio e um rigor metodológico (método) que inclui a necessidade de experimentação, a possibilidade de refutação de suas teorias e a consciência da transitoriedade de seus postulados. Ainda que interdisciplinar é também ciência autônoma, não se confundindo com nenhuma das áreas que contribuem para a sua formação e sem deixar considerar o jogo dialético da realidade social como um todo.

Objeto da criminologia é o crime, o criminoso (que é o sujeito que se envolve numa situação criminógena de onde deriva o crime), os mecanismos de controle social (formais e informais) que atuam sobre o crime; e, a vítima (que às vezes pode ter inclusive certa culpa no evento).

A relevância da criminologia reside no fato de que não existe sociedade sem crime. Ela contribui para o crescimento do conhecimento científico com uma abordagem adequada do fenômeno criminal. O fato de ser ciência não significa que ela esteja alheia a sua função na sociedade. Muito pelo contrário, ela filia-se ao princípio de justiça social.

Os estudos em criminologia têm como finalidade, entre outros aspectos, determinar a etiologia do crime, fazer uma análise da personalidade e conduta do criminoso para que se possa puni-lo de forma justa (que é uma preocupação da criminologia e não do Direito Penal), identificar as causas determinantes do fenômeno criminógeno, auxiliar na prevenção da criminalidade; e permitir a ressocialização do delinquente.

Os estudos em criminologia se dividem em dois ramos que não são independentes, mas sim interdependentes. Temos de um lado a Criminologia Clínica (bioantropológica) - esta utiliza-se do método individual, (particular, análise de casos, biológico, experimental), que envolve a indução. De outro lado vemos a Criminologia Geral (sociológica), esta utiliza-se do método estatístico (de grupo, estatístico, sociológico, histórico) que enfatiza o procedimento de dedução.

A criminologia é uma ciência empírica que se ocupa do crime, do delinquente, da vítima e do controle social dos delitos. Baseia-se na observação, nos fatos e na prática, mais que em opiniões e argumentos, é interdisciplinar e, por sua vez, formada por outra série de ciências e disciplinas, tais como a biologia, a psicopatologia, a sociologia, política, etc.

Quando nasceu, a criminologia tratava de explicar a origem da delinquência, utilizando o método das ciências, o esquema causal e explicativo, ou seja, procurava a causa do efeito produzido. Pensou-se que, erradicando a causa se eliminaria o efeito.

Já existiram várias tendências causais na criminologia. Baseado em Rousseau, a criminologia deveria procurar a causa do delito na sociedade, baseado em Lombroso, para erradicar o delito deveríamos encontrar a eventual causa no próprio delinquente e não no meio. Um extremo que procura as causas de toda criminalidade na sociedade e o outro, organicista, investigava o arquétipo do criminoso nato (um delinquente com determinados traços morfológicos).

Isoladamente, tanto as tendências sociológicas, quanto as orgânicas fracassaram. Hoje em dia fala-se no elemento bio-psico-social. Volta a tomar força os estudos de endocrinologia, que associam a agressividade do delinqüente à testosterona (hormônio masculino), os estudos de genética ao tentar identificar no genoma humano um possível "gene da criminalidade", juntamente com os transtornos da violência urbana, de guerra, da fome, etc.

De qualquer forma, a criminologia transita pelas teorias que buscam analisar o crime, a criminalidade, o criminoso e a vítima. Passa pela sociologia, pela psicopatologia, psicologia, religião (nos casos de crimes satânicos), antropologia, política, enfim, a criminologia habita o universo da ação humana. A nós interessará a criminologia que diz respeito à psiquiatria.

Assassinos em série:

Os Assassinos em Série (serial killers) são um capítulo à parte na criminologia e uma dificuldade para a psiquiatria, uma vez que não se encaixam em nenhuma linha do pensamento específica. Esses casos desafiam a psiquiatria e acabam envolvendo um duelo entre promotoria e defesa sobre a dúvida de ser, o criminoso, louco, meio louco, normal, anormal, etc. Do ponto de vista criminológico, quando um assassino reincide nos seus crimes como mínimo em três ocasiões e com um certo intervalo de tempo entre cada um, é conhecido como assassino em série.

Assassinos sexuais seriais

Os actos de violência contra as pessoas por motivos sexuais constituem uma parte importante de todos os delitos sérios e podem chegar às formas mais desumanas de assassinato. O crime por prazer constitui casos extremos de sadismo, onde a vítima é assassinada e às vezes mutilada, com o propósito de provocar gratificação sexual ao criminoso, o qual normalmente consegue o orgasmo mais pela violência do que pelo coito.

Assassinos Sádicos

O objectivo do paciente sádico não é, necessariamente, obtenção do prazer pela agonia do outro. O desejo de infligir dor não é a essência do sadismo, mas o impulso de exercer domínio absoluto sobre o outro, convertê-lo num objecto impotente da vontade do sádico. Por essa razão, o objectivo mais importante é conseguir que sofra, posto que não há maior poder sobre outra pessoa que o de infligir-lhe dor.

Psicologia Forense


A psicologia forense é um campo da psicologia que consiste na aplicação dos conhecimentos psicológicos aos propósitos do direito, como lutas judiciais pela guarda de crianças, abusos sexuais, entre outras. Enquanto que a psicologia é o estudo do comportamento humano e animal, o termo forense refere-se, num sentido restrito, às situações que se apresentam nos tribunais. Esta ciência, tal como a psiquiatria forense, nasceu da necessidade de legislação apropriada para os casos de indivíduos considerados doentes mentais, apesar de terem cometido actos criminosos ou pequenos e grandes delitos. A doença mental para além de ser tratada de uma perspectiva clínica, deve ser encarada de um ponto de vista jurídico. O psicólogo que exerce actividade nesta área deve ser um perito na sua própria especialidade dominando os conhecimentos necessários da psicologia em si, para depois dominar os conhecimentos referentes às leis civis que dizem respeito aos direitos e deveres de um cidadão para com os outros, e às leis criminais que dizem respeito às ofensas que um indivíduo possa cometer para com os outros ou para com o Estado.








Patologia Forense

A Patologia Forense é a área da Ciência Forense mais preocupada em determinar a causa da morte de uma vítima. O médico patologista irá então, graças ao seu treino em patologia anatómica e forense, realizar uma autópsia à vítima em que irá determinar a causa da morte desta, o que foi utilizado para a propiciar (como uma ferida derivada a uma faca ou uma bala), bem como descobrir mais provas que levem ao assassino e em certos casos determinar a identidade da vítima.


O patologista tem ampla actuação na ciência médica. Existem patologistas dedicados preferencialmente ao desenvolvimento científico, geralmente através da patologia experimental, enquanto outros, actuam preferencialmente na sala de autópsia, no estudo da história natural das doenças. Aqueles que se dedicam preferencialmente à patologia diagnóstica são denominados patologistas cirúrgicos.

Os técnicos de anatomia patológica e os médicos anátomo-patologistas avaliam, planeiam e processam amostras de tecidos e de células isoladas, colhidas em organismos vivos ou mortos, para a sua observação óptica ou electrónica, a nível macroscópico e microscópico.

A anatomia patológica é um ramo da patologia que lida com o diagnóstico das doenças baseado no exame macroscópico de peças cirúrgicas e microscópicos para o exame de células e tecidos. A ciência forense recorre a esta disciplina para a concretização do seu trabalho, por isso fala-se em anatomia patológica forense.


Odontologia Forense



A Odontologia Forense consiste na análise e avaliação de provas com carácter dentário podendo desvendar a idade das pessoas (caso sejam crianças devido à dentição de leite) e a identidade da pessoa a quem pertencem os dentes. Outro tipo de provas dentárias pode ser as marcas de mordeduras deixadas na vítima ou no assassino (devido a uma luta) ou num objecto deixado na cena do crime. Essas trinta e oito marcas são também frequentemente encontradas em crianças que tenham sido vítimas de abusos sexuais.

Tem no entanto sofrido as críticas de diversos especialistas que acreditam que esta não merece o carácter infalível com que é vista pois a comparação de marcas de mordeduras é sempre subjectiva não havendo bases para comparação que tenham sido aceites no campo dessa medicina. Não se procedeu também a nenhuma experiência rigorosa como forma de calcular as percentagens de erro dessa mesma comparação, uma parte chave do método científico.

Formas de análise da Odontologia Forense:
 Fazem a contagem do número de dentes;

 Têm em atenção a alteração da posição ou rotação dos dentes;

 Detectam as alterações congénitas ou adquiridas (isso leva uma conclusão sobre os hábitos ou profissões de cada cadáver);

 Dão também importância às alterações patológicas ou traumáticas (cáries);

 Detectam, ainda, a existência de tratamentos (amálgamas, coroas, pontes, próteses fixas ou amovíveis).

Outra forma de identificação é através das marcas de mordida. Os dentes são frequentemente usados como armas quando uma pessoa ataca outra ou, quando a vítima do ataque se tenta defender, podendo assim ser possível a identificação do possível perpetrador.


Entomologia Forense

A Entomologia Forense consiste no estudo de insectos, aracnídeos, crustáceos e muitos outros tipos de animais com propósitos forenses. Esse estudo irá permitir descobrir a data e local da morte ao serem analisados os animais encontrados na vítima bem como os ovos que podem ter depositado nesta. Além disso como certos insectos são específicos a uma determinada estação do ano ou clima, será uma prova bastante conclusiva em tribunal em relação à data local da morte bem como para desmentir diversos falsos álibis.

Curiosidade: Podes observar (maioritariamente, não exclusivamente) este tema da Ciência Forense na série de sucesso internacional "Ossos".


(clica na imagem para veres em tamanho real)

E tu? Sabes o que é a ciência forense?

A Ciência Forense é um conjunto de áreas, nomeadamente a Antropologia, Criminologia, Entomologia, Ondotologia, Patologia e Psicologia que em conjunto, actuam de modo a resolver casos de carácter legal.

A ciência forense é utilizada para a análise de vestígios principalmente em crimes violentos, tais como amostras biológicas como sangue, cabelo, sémen, e outros tecidos que estão entre os tipos de evidências mais frequentemente encontrados nas cenas do crime. Estes chegam a um laboratório criminal de várias formas, tipos e condições, fazendo com que os procedimentos analíticos normais, às vezes sejam difíceis de executar.
Graças a testes e investigações forenses, pedaços de evidências agora dizem muito mais do que costumavam a dizer. Dada a alta exactidão e natureza sensível das investigações forenses, é necessária uma extrema cautela para prevenir contaminações na hora de identificar, recolher e conservar uma evidência biológica. Os investigadores e os profissionais de laboratório usam todo o tipo de materiais para manipular as evidências a fim de evitar o contacto com os vestígios recolhidos de modo a não haver contaminação (adulteração dos vestígios) dos mesmos. Os detalhes são um ponto importante no que diz respeito à observação e tratamento de vestígios.
Isto tudo mostra que a ciência forense está realmente a mudar a nossa vida do dia-a-dia.