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[TOP 10] Maiores criminosos de Hollywood

10. Nancy Botwin (Weeds) – Comecemos por Nancy Botwin, da série Weeds, residente na idílica cidade dos subúrbios Agrestic (anagrama para cigarets). Nancy entra no mundo do cultivo e tráfico de marijuana após a morte do marido, de forma a conseguir continuar a criar os seus dois filhos e continuar a comportar o estilo de vida a que a comunidade onde vive obriga. Uma forma aparentemente fácil de conseguir dinheiro, mas que conduz a protagonista a uma série interminável de imprevistos. Poucas coisas, no entanto, nos dão mais gozo do que assistir às suas peripécias e à sua determinação, por vezes inconsequente.


9. Jean-Baptiste Grenouille (Perfume) – Jean-Baptiste foi abandonado num mercado de peixe francês do século XVIII, tendo crescido num orfanato. Reservado, Grenouille desenvolve um olfacto sobrehumano, sendo capaz de cheirar qualquer odor, por mais ínfimo que seja. Em Paris, maravilhado com a abundância que encontra, Grenouille conhece uma mulher, que não consegue esquecer. Segue-a, agarra-a e começa a cheirá-la. Tapa-lhe a boca para parar de gritar, mas acaba por sufocá-la… a sua primeira vítima! Quando se apercebe de que ela está morta, despe-a e continua a cheirar. Depois disto, Grenouille lança-se numa terrível busca pelo odor perfeito, matando quem fôr preciso para o conseguir…

8. Danny Ocean (Ocean’s Eleven) - Danny Ocean faz-se acompanhar de um grupo de dez “colegas de trabalho” e engendra um dos maiores golpes que o cinema americano já viu! O objectivo? Milhões de dólares, como não podia deixar de ser. Roubar 3 casinos de Las Vegas ao mesmo tempo não se mostra tarefa fácil para George Clooney, Matt Damon, Brad Pitt, Julia Roberts,… mas eles não saem de mãos a abanar.

7. Irmãos Metralha (Duck Tales) - Os famosos Irmãos Metralha, quem os não conhece! Os Beagle Boys, em inglês, fizeram, e fazem ainda, acredito, muita gente rir com as suas constantes tentativas, sempre falhadas, de roubar a fortuna do Tio Patinhas!

6. Hannibal Lecter (The Silence of the Lambs) - O personagem que rendeu a Anthony Hopkins um Óscar de Melhor Actor não só era um serial killer, como um torturador e canibal. Oficialmente, no entanto, não passava de um psiquiatra forense. Estima-se que tenha morto mais de 29 pessoas.

5. Ben (LOST) – Por vezes comparado com Adolf Hitler, Ben Linus só não já está preso porque vive numa ilha “deserta”. “Deserta”, devido, principalmente, a ele próprio, já que é o responsável pelo genocídio de grande parte dos habitantes desta – o povo pertencente à Dharma Iniciative. Michael Emerson, o actor, já várias vezes nomeado e galardoado com um Emmy pela sua interpretação na série (LOST), ainda acredita nas boas intenções do personagem. Aos fãs, no entanto, as motivações de Ben pouco importam, desde que “o mestre da manipulação” continue vivo para continuar a infernizar as vidas dos sobreviventes da queda de avião.

4. Sweeney Todd (Sweeney Todd)

3. Tony Soprano (The Sopranos) – Apesar de ser o chefe da maior organização criminal do norte de New Jersey, Tony Soprano sofre de ataques de pânico desde criança, razão pela qual é obrigado a procurar a ajuda de uma psicoterapeuta. É desta forma que vamos conhecendo a história d’Os Sopranos, família disfuncional, que Tony tenta, dificilmente, conciliar com a sua demasiado exigente “profissão”.

2. Dexter Morgan (Dexter) – Dexter Morgan é um homem normal: trabalha como analista forense para o Departamento de Polícia de Miami e tem uma namorada e uma irmã com quem se dá muito bem. Ninguém sabe, no entanto, que carrega, para todo o lado, um desejo incontornável de… matar! Graças aos esforços do pai adoptivo, este serial killer foi “ensinado” a matar apenas outros assassinos, que o Sistema Judicial por vezes deixa escapar. A série levanta uma questão para lá de interessante, sobretudo num país onde a pena de morte é legal em alguns Estados: o que o Dexter faz é correcto ou não? “Afinal de contas, ele SÓ mata outros criminosos, certo?!” Dou por mim, quase sempre, e embora não concorde, a torcer para que Dexter nunca seja descoberto pela polícia.

1. Don Vito Corleone (The Godfather) – E, por ultimo, o Padrinho! Impossível esquecer as perigosas aventuras de Marlon Brando como Don Vito Corleone, e do resto do clã Corleone. Uma família pertencente à máfia italiana, que se acaba por envolver numa guerra violenta e sangrenta com outras famílias muito poderosas. Drogas, tiroteios, assassinatos… nada falta a esta produção que é, indiscutivelmente, um clássico do cinema!

Fonte: http://comomateiaminhamulher.wordpress.com/

Crimes Recentes

Sem-abrigo morto por nota de 20 euros: Foi em Almada, na manhã desta segunda-feira, que um sem-abrigo foi encontrado sem vida, presumivelmente assassinado há já quinze dias.


Com 68 anos e problemas de toxicodependência, há anos que este sexagenário vivia numa casa devoluta na cidade da margem sul do Tejo, que partilhava com outros três jovens, também eles dependenes de drogas. Vivia da generosidade de proprietários de restaurantes vizinhos que lhe saciavam a fome e, nas últimas semanas, uma nova de 20 euros havia-lhe chegado às mãos. Esta nota fazia as maravilhas da vítima, que a exibia com frequência perante o olhar dos companheiros de casa. Esse terá sido o mote para o bem-planeado golpe na noite em que supostamente o assassinaram. O idoso estaria prestes a deitar-se quando foi atacado à traição pelos restantes moradores, que o atordoaram com uma substância química. Sem forças para debater, a vítima acabou por ser espancada antes de lhe espetarem uma faca no pescoço, que acabou por o matar.

Segunda-feira o corpo foi encontrado já em avançado estado de decomposição pela PSP, entretanto alertada pelos moradores locais que estranharam a ausência nas ruas do mendigo que todos conheciam. Dois dos três presumíveis homicidas, já referenciados por tráfico de droga, viriam a ser localizados ao final do mesmo dia, no Bairro Cor-de-Rosa, no Monte da Caparica, Almada. Conduzidos ao tribunal da cidade, as medidas de coação ainda estão para ser conhecidas.

Aniversário no estrangeiro acaba em tragédia: Um jovem estudante português faleceu na noite de segunda-feira em Inglaterra, enquanto se divertia na companhia de amigos numa discoteca de Londres. O adolescende de 17 anos havia viajado para o país a fim de desejar o seu 18º aniversário, suspeitando-se que tenha sofrido uma overdose consequente da ingestão de cocaína, vendida no interior do espaço de diversão notcturna.

Depois de se sentir mal no interior do espaço, o jovem ainda foi transportado para a unidade hospitalar mais próxima, mas ali deu entrada sem vida.

Psiquiatra julgado: O julgamento do médico psiquiatra do Porto acusado de ter violado uma paciente grávida prosseguiu esta segunda-feira com a audição, via video-conferência, do testemunho de cinco médicos que seguiram a mulher após esta ter sido consultada pelo clínico. João Vilas Boas foi detido em Novembro último pela suspeita de ter abusado sexualmente de uma paciente em pleno consultório.

Fonte: http://comomateiaminhamulher.wordpress.com/2010/05/01/972/#more-972

Realidade Vs Ficção

O Impacto no Público
A ciência forense nunca foi um tema tão popular como na actualidade. Mas, graças a séries televisivas, estas passaram a “retratar” a aplicação desta ciência.

A verdade é que nem tudo o que vemos nas séries televisivas, como "CSI" nos mostra, realmente, o que se passa.

Existe um grande abismo entre a percepção do público e a realidade, ao que muitos chamam de “efeito CSI”. Este efeito caracteriza-se por influenciar opiniões, mesmo casos em julgamento, pois muitos juízes, jurados e advogados são influenciados pelo que vêm nas séries televisivas e isso condiciona todo um processo de julgamento. Existem casos, em que muitos arguidos foram absolvidos, porque no ponto de vista dos jurados se não houvesse determinado tipo de provas, não se podia provar a culpa de um suspeito. Ou mesmo advogados que defendiam o seu cliente dizendo que, o facto de não existir determinada prova ou teste era a confirmação de que o arguido era inocente.

Infelizmente, era esquecido que nem o que se vê nas séries televisivas é verdade.

A Ficção
Em cada episódio, um grupo da polícia forense analisa de forma fria e calculista cada detalhe do crime, na tentativa de obter uma solução. A Polícia Científica tem a seu lado a ciência e a experiência para decifrar crimes, que pareciam ser impossíveis de resolver.

Apesar do êxito, e talvez por ele, o CSI levanta várias questões. Especialistas afirmam que o sucesso da investigação na série pode gerar expectativas irreais no público, relativamente à Polícia Científica, já que cada episódio termina feliz com a equipa de investigadores a aplicar, engenhosamente, a ciência repleta de recursos ao seu dispor.

A realidade
Naturalmente que o mundo fantasista da ficção, obrigatório em qualquer argumento que se quer bem sucedido, implica uma envolvência que não se adapta à vida real.

Existem várias diferenças entre os métodos reais de trabalho e os métodos aplicados em ficção.

Por exemplo, numa série, um indivíduo é dotado para recolher provas da cena do crime, fazer qualquer tipo de testes, analisar qualquer tipo de provas ou mesmo para interrogar os suspeitos.
Na realidade, nada se processa assim. A ciência forense abrange diversos ramos, por isso existe especialistas para cada tipo de tarefa. Existe um grupo de especialistas que são formados para apenas recolher provas da cena do crime, a que se dá o nome de Investigação. A investigação pode determinar se, em vez de ser ela própria a recolher provas, deverá ser o Laboratório (grupo de pessoas especializadas em análises de provas químicas ou biológicas). Quanto aos suspeitos apenas são interrogados pela Policia técnica.
Vemos também em séries, que um espaço se divide em laboratório, em sala de interrogatório e em escritório. Na verdade, isso não acontece. Depois das provas recolhidas, estas são enviadas para laboratórios tendo em conta o seu tipo. Em seguida, são esperados os resultados, e cada prova é analisada por ordem de chegada, o que condiciona o tempo de investigação, logo o processo não será encerrado tão rapidamente como vemos em CSI. Para além disso, existe também o tempo que os especialistas demoram a interpretar todas as provas e resultados.

Em ficção existem todo o tipo de aparelhos, para analisar todo o tipo de provas. Um pequeno aparelho distingue tudo o que se encontra numa peça de roupa, ou mesmo todos os químicos presentes no ar. Infelizmente ainda não temos este tipo de equipamentos na vida real, o que dificulta o trabalho dos nossos especialistas. Portanto muitos daqueles aparelhos que vemos facilitarem, em muito, a vida aos investigadores de CSI, nem sequer existem. Mesmo assim é afirmado que Portugal é um dos países que se encontra na vanguarda no que diz respeito à tecnologia forense.

Argumentos a favor
O lado bom de tudo isto foi o facto do público desenvolver um grande fascínio e respeito pela ciência forense, o que levou a que esta área esteja a ser bastante procurada, surgindo assim maior diversidade de cursos nas Universidades.

Outro ponto a favor da ficção foi o aumento dos investimentos no campo da pesquisa. Muitos laboratórios foram equipados com melhores ferramentas de trabalho, o que proporciona uma melhor análise de provas e, por conseguinte, uma maior facilidade na resolução de casos.

[TOP 10] Processos judiciais mais bizarros

O crime, qualquer que ele seja, acaba sempre (ou, pelo menos, assim devia) nas barras do Tribunal! Casa Pia, Apito Dourado, Freeport, Face Oculta… são exemplos de casos bastante mediatizados, que ficarão para a História por se arrastarem indefinidamente, sem fim aparente. Os processos judiciais que se seguem, no entanto, são célebres por razões muito diferentes.


10. No ano de 1999, um turista canadense processou a famosa cadeia norte-americana Starbucks. Segundo este, uma sanita de uma das lojas nova-iorquinas encontrava-se defeituosa e, como resultado, acabara por lhe esmagar o pénis! Edward Skwarek declarou que, ao inclinar-se para a frente, de forma a alcançar o papel higiénico, o tampo da sanita soltou-se e entalou o seu órgão sexual contra o assento. Ouch! Skwarek exigiu uma indemnização no valor de um milhão de dólares, por danos “horríveis e permanentes”. Sherrie, a sua mulher, decidiu também autuar a Starbucks. A quantia exigida? 150 mil dólares. O motivo? Ora, danos psicológicos provocados pela privação dos chamados… serviços conjugais.

9. O americano Timothy Dumouchel iniciou um processo contra uma emissora de televisão, porque, afirmou o mesmo, o canal era culpado pela obesidade da sua querida mulher e pela grande quantidade de cigarros que ele fumava. “Bebo e fumo demais e a minha mulher é uma obesa porque há cerca de quatro anos que passamos todos os dias a ver televisão!”, declarou Dumouchel. O processo, infelizmente para nós, foi arquivado.

8. Este caso é já bastante conhecido, mas, não por isso, menos ridículo. Tudo começou quando Stella Liebeck, uma norte-americana de 79 anos (em 1992), comprou um café no drive-thru de um McDonalds do Estado do Novo México. Quando tentou retirar a tampa do copo, o café acabou por cair todo em cima dela. Stella processou a McDonald’s porque os funcionários não a avisaram que o café estava quente, requerendo uma indemnização por “negligência grave” e “defeito de fabrico”! A McDonald’s foi, mais tarde, obrigada a pagar 2.860.000 dólares à senhora. De forma a homenagear o caso, foram criados os Prémios Stella, encarregues de nomear as acções judiciais mais bizarras de cada ano.

7. Uma mulher, embriagada numa festa de trabalho, teve um acidente de viação em 1995. Linda Hunt, natural de Ontario (Canadá), 50 anos, entrou com uma acção judicial contra o patrão, acusando-o de a ter permitido ir-se embora da festa de carro. Acabou por ganhar mais de 300 mil dólares em perdas e danos…

6. A ideia estapafúrdia de um pai chinês que queria colocar um “@” no nome do filho (influência do Twitter, talvez?) levou-o a uma sala de julgamento. O juiz decidiu que tal não seria possível, visto que todos os nomes no país devem ter possibilidade de tradução para o mandarim.

5. Uma astróloga russa pediu uma indemnização de 200 milhões de euros à NASA, que, acreditava ela, seria a culpada pela destruição do “equilíbrio do Universo”.

4. Uma natural de São Paulo (Brasil) recorreu à Justiça para melhorar a sua vida sexual. Acontece que, confessou a mulher, o seu ex-parceiro nunca a fizera chegar a um orgasmo, razão pela qual o pretendia processar.

3. Um espectador autuou o programa da NBC “The Tonight Show With Jay Leno” por 22 mil dólares, após levar com uma t-shirt no olho enquanto assistia ao programa na plateia. Uma data de t-shirts promocionais grátis teriam sido atiradas ao público, como oferta. O espectador, surpreendentemente, ganhou.
2. Em 2000, um surfista californiano acusou um rival de lhe ter “roubado a onda”. O caso foi indeferido pela Justiça porque não conseguiram determinar o preço pela dor e sofrimento causados a um surfista em tal situação.

1. A história mais inacreditável que encontramos tem como protagonista um prisioneiro italiano, condenado a 20 anos por homicídio. Este, uma vez preso, resolveu processar… DEUS!!! Segundo ele, O Senhor não havia respeitado as suas promessas, pois, como haviam os dois acordado, em troca de orações, Deus faria com que ele não se voltasse a envolver em mais confusões. O italiano, pois claro, sentiu-se traído. Automaticamente arquivado!
Fontes: Times (Gary Slapper) e Terra

Justiça Portuguesa...ao estilo do Gato Fedorento

Olá caros suspeitos.

Durante uma das nossas pesquisas pela internet, deparamo-nos com um video interpretado pelos hilariantes Gato Fedorento, criticando a Justiça Portuguesa. Deixamo-vos aqui o video e esperamos que se divirtam com a realidade em que vivemos.

Homicídios praticados com armas de fogo

A GNR registou uma diminuição de 14% nos homicídios em 2005, relativamente ao ano anterior. A Judiciária confirmou na área de Lisboa 65 casos. Mas afirma que, apesar de a tendência neste tipo de crime ser para estabilizar, há algumas diferenças. "Têm vindo a aumentar os casos praticados com armas de fogo e resultantes de assaltos", refere o director nacional adjunto, Carlos Farinha. Até agora, era um "crime sobretudo passional ou de rixa. Hoje, já se notam alguns casos resultantes de assaltos, confirma também uma médica do Instituto de Medicina de legal de Lisboa. Em 2005, chegaram ao instituto 58 casos para analisar, todos enviados pelas autoridades policiais e complexos. Segundo Luísa Eira, as vítimas aparecem com lesões traumáticas vitais na cabeça e no tronco, continuando a ser maioritariamente homens, na faixa etária dos 25 aos 40 anos. "Antes era raro aparecer um jovem, agora já não é assim. Não há um aumento significativo, mas nota-se alguma diferença", explica ao DN. A tendência relativa a este crime é para estabilizar, mas, segundo a estatística nacional, dois em cada três continuam a ser cometidos por indivíduos que conhecem bem as vítimas.

Mais de 7500 crimes por dia em Portugal

2009-03-13

Portugal parece cada vez menos um país de brandos costumes. Estatísticas provisórias indicam uma subida da criminalidade, particularmente evidente nos crimes violentos, a uma média de 67 por dia. Feitas as contas, em 2008, foram registados mais de 1100 crimes por mês, para um total superior aos 400 mil.

Os dados sobre a criminalidade constantes do Relatório Anual de Segurança Interna não incluem os dados dos crimes nas escolas, mas configuram, já, o maior aumento desde que há registo. No total, em 2008, as forças de segurança registaram 421037 crimes, a uma média superior a 1100 por dia, dos quais 24 313 foram violentos (cerca de 67 por dia).

Os assaltos a bombas de gasolina, a bancos e ourivesarias destacam-se entre os 24 313 crimes violentos, em 2008. De um ano para o outro, duplicaram os assaltos a agências bancárias (230 contra 108 em 2007) e às estações de serviço (468 contra 241 em 2007).

Os dados, a que o Diário de Notícias teve acesso, registam, ainda, o aumento nos crimes contra pessoas: em 2008, foram assassinadas 143 pessoas (mais 7,5% que em 2007) e registados 761 agressões violentas, mais 99 que em 662 de 2007.

Os dados do Relatório Anual de Segurança Interna,. Divulgados pelo DN, indicam um pico de violência no terceiro trimestre de 2008, período no qual a criminalidade violenta subiu 16,84% e a geral 11%.

1º Caso de Identificação Através do ADN foi na Inglaterra

O primeiro caso de identificação criminal através de exames de ADN ocorreu em 1985, na Inglaterra. Num pequeno condado, rodeado de montanhas e com uma única estrada de acesso, uma mulher foi estiprada e assassinada.

"Ali, existia um geneticista, Alec Jeffreys, que colheu o esperma encontrado na vítima e fez o exame de ADN. Mais tarde houve outro crime semelhante. Novamente Jeffreys analisou o sêmen encontrado na vítima. Era do mesmo homem que cometera o primeiro crime", conta José Maria Marlet, professor de medicina legal da USP.

As autoridades locais forjaram uma campanha de doação de sangue cuja finalidade era identificar o agressor. Todos os habitantes foram doar sangue, mas nenhum deles possuía ADN igual ao do estiprador.

"A polícia prosseguiu com as investigações e descobriu que havia um viajante no condado. Quando o sujeito voltou, foi convidado a doar sangue. Feito o teste de ADN no sangue colhido, Jeffreys concluiu que o código genético do viajante era o mesmo do estiprador", conta Marlet.

Como vêem caros suspeitos, se não fosse a recolha de sêmen e a análise do ADN em causa, a polícia daquele pequeno condado nunca teria encontrado o assassino de duas mulheres.

Estripador de Lisboa

Ora, caros suspeitos, na última segunda-feira passou uma reportagem na TVI que nos chamou
a atenção. O caso único do Estripador de Lisboa. Deixamo-vos aqui com a história e o link para a reportagem que deu!

O Estripador de Lisboa é um assassino em série não-identificado que assassinou três mulheres entre 1992 e 1993 em Lisboa, Portugal.

A primeira vítima foi Maria Valentina de 22 anos, conhecida como "Tina", que foi a 31 de Julho de 1992 encontrada num barracão na Póvoa de Santo Adrião. Ela foi estrangulada, cortada, e alguns dos seus órgãos internos removidos.

A segunda vítima, Maria Fernanda, 24 anos, foi encontrada a 27 de Janeiro de 1993, também num barracão, desta vez em Entrecampos. Foi também cortada com remoção de alguns órgãos internos.

A terceira e última vítima, foi Maria João de 27 anos, encontrada a 15 de Março de 1993, perto do local da primeira vítima. Tal como as vítimas anteriores, foi cortada, mas desta vez quase todos os órgãos foram removidos.

Todas as vítimas eram jovens, baixas e morenas, alegadamente prostitutas e toxicodependentes, e foram rasgadas com um objecto afiado que não era uma faca, das ultimas duas vezes, com Maria Fernanda e Maria João utilizou o gargalo de uma garrafa como "arma" perfurando as vitimas já insconcientes com a mesma. Outra semelhança é que as três vitimas têm o primeiro nome Maria.

No seu ultimo "golpe" deixou três cigarros, um na vertical e os outros dois em X. Supõe-se que isso marca o facto de ser a sua ultima vitíma (I X) e isso será uma simbologia. Mas ainda se pode acrescentar que no seu ultimo "golpe" existem vagas testemunhas que disseram ouvir a vitima gritar: "- Luís, por favor não faças isso." Obviamente que isso não é certo. Até porque tal facto viria a revelar que o estripador teria algum contacto com a ultima vitíma e a morte das outras teria sido uma forma para aperfeiçoar o seu ultimo crime (aquele que teria de facto grande importância e que teria de ser perfeito). Nesse ultimo crime, foi encontrada uma pegada, de onde não se pôde tirar qualquer tipo de conclusões e ainda a marca das mãos do estripador limpas na parede com o sangue da vítima, mas obviamente que nenhuma prova foi deixada.

Poucas ou nenhumas provas foram encontradas nos locais; nenhum sangue (excepto o das vítimas), cabelos, pegadas ou pedaços de luvas. A polícia tinha alguns suspeitos, mas nenhuma prova contra eles.

Diz-se ainda que este assassino deveria ser talhante ou teria algum contacto com "carne humana", não excluindo a hipótese de ser médico. Nunca foram encontradas quaisquer tipos de provas do estripador e até hoje a pergunta é: Estará ele vivo? Morto? Ou para regressar? Realmente não se sabe.


Boas investigações!

Ex-Playboy foi encontrada carbonizada num caixote do lixo

O corpo totalmente carbonizado da aspirante a modelo Paula Sladweski foi encontrado num caixoe do lixo, em Miami, nos EUA.
O namorado admite que discutiu com a ex-Playboy, mas nega qualquer envolvimento no crime.


As autoridades policiais de Miami usaram a ficha dentária para identificar Paula Sladewski, de 26 anos. O corpo da aspirante a modelo, que em tempos se havia despido para a Playboy, foi encontrado "carbonizado e impossível de reconhecer", especificou o tenente Neal Cuevas, da Polícia de Miami Norte.

Sladewski passava férias em Miami com o namorado quando foi dada como desaparecida. Na queixa de desaparecimento que apresentou na polícia, o namorado admite que o casal terá discutido no interior de uma discoteca, local onde, aliás, a mulher foi vista pela última vez, refere o jornal Miami Herald.
Kevin Klim de 34 anos, o namorado, afirmou à polícia que ela estaria “muito embriagada”, razão pela qual teriam discutido. O namorado diz que foi expulso do estabelecimento pelos seguranças e que, depois, apanhou um táxi e regressou ao hotel, cerca das 7 da manhã, hora local, do passado domingo.
Na noite desse mesmo domingo, um homem terá visto um caixote do lixo em chamas., em Miami Norte. A polícia viria a descobrir um corpo carbonizado, mais tarde identificado como Paula Sladewski. O namorado apresentou queixa do desaparecimento na segunda-feira.
As autoridades encarregues da investigação afirmaram que Klim é um suspeito como qualquer outra pessoa que tenha estado com Paula no momento em que foi vista pela última vez.
Já o advogado de Kevin, Marc Beginin, sublinha que Klim terá "feito de tudo para a localizar antes de ter sido descoberto o corpo" e que o seu cliente "não tem qualquer envolvimento" na morte da namorada.



Caros suspeitos, como vêm a odontologia forense pode resolver muita coisa! Neste caso ajudou a polícia a desobrir de quem era o corpo encontrado no caixote do lixo, visto que ele estava bastante degradado.
(Para mais informações sobre Odontologia Forense procurem no nosso blog)

Crimes!

Existem alguns crimes bastantes chocantes no Mundo inteiro e nós tivemos todo o prazer em encontrá-los para vocês!
Aqui vão eles...

Exemplos de assassinos seriais famosos que torturavam animais:

- Patrick Sherrill, que matou 14 pessoas numa agência de correios, roubava animais de estimação para que o seu próprio cão pudesse atacá-los e mutilá-los.
- Brenda Spencer, icendiou uma escola, matando duas crianças e ferindo outras nove e esta frequentemente maltratava gatos e cachorros, geralmente ateando fogo nas suas caudas.
- Albert de Salvo, mais conhecido como "Estrangulador de Boston", na sua juventude matou 13 mulheres e prendia animais em caixas e depois atirava-lhes com flexas...

Criminologia


A criminologia é um conjunto de conhecimentos que se ocupa do crime, da criminalidade e suas causas, da vítima, do controle social do ato criminoso, bem como da personalidade do criminoso e da maneira de ressocializá-lo. Etmologicamente o termo deriva do latim crimino (crime) e do grego logos (tratado ou estudo), seria portanto o "estudo do crime". É uma ciência empírica e interdisciplinar. É empírica, pois baseia-se na experiência da observação, nos fatos e na prática, mais que em opiniões e argumentos. É interdisciplinar e portanto formada pelo diálogo de uma série de ciências e disciplinas, tais como a biologia, a psicopatologia, a sociologia, política, a antropologia, o direito, a filosofia e outros.


Cientificidade da Criminologia

A criminologia é ciência moderna, sendo um modo específico e qualificado de conhecimento e uma sistematização do saber de várias disciplinas. As partir da experimentação desse saber multidisciplinar surgem teorias (um corpo de conceitos sistematizados que permite conhecer um dado domínio da realidade).

Enquanto ciência, a criminologia possui objeto próprio e um rigor metodológico (método) que inclui a necessidade de experimentação, a possibilidade de refutação de suas teorias e a consciência da transitoriedade de seus postulados. Ainda que interdisciplinar é também ciência autônoma, não se confundindo com nenhuma das áreas que contribuem para a sua formação e sem deixar considerar o jogo dialético da realidade social como um todo.

Objeto da criminologia é o crime, o criminoso (que é o sujeito que se envolve numa situação criminógena de onde deriva o crime), os mecanismos de controle social (formais e informais) que atuam sobre o crime; e, a vítima (que às vezes pode ter inclusive certa culpa no evento).

A relevância da criminologia reside no fato de que não existe sociedade sem crime. Ela contribui para o crescimento do conhecimento científico com uma abordagem adequada do fenômeno criminal. O fato de ser ciência não significa que ela esteja alheia a sua função na sociedade. Muito pelo contrário, ela filia-se ao princípio de justiça social.

Os estudos em criminologia têm como finalidade, entre outros aspectos, determinar a etiologia do crime, fazer uma análise da personalidade e conduta do criminoso para que se possa puni-lo de forma justa (que é uma preocupação da criminologia e não do Direito Penal), identificar as causas determinantes do fenômeno criminógeno, auxiliar na prevenção da criminalidade; e permitir a ressocialização do delinquente.

Os estudos em criminologia se dividem em dois ramos que não são independentes, mas sim interdependentes. Temos de um lado a Criminologia Clínica (bioantropológica) - esta utiliza-se do método individual, (particular, análise de casos, biológico, experimental), que envolve a indução. De outro lado vemos a Criminologia Geral (sociológica), esta utiliza-se do método estatístico (de grupo, estatístico, sociológico, histórico) que enfatiza o procedimento de dedução.

A criminologia é uma ciência empírica que se ocupa do crime, do delinquente, da vítima e do controle social dos delitos. Baseia-se na observação, nos fatos e na prática, mais que em opiniões e argumentos, é interdisciplinar e, por sua vez, formada por outra série de ciências e disciplinas, tais como a biologia, a psicopatologia, a sociologia, política, etc.

Quando nasceu, a criminologia tratava de explicar a origem da delinquência, utilizando o método das ciências, o esquema causal e explicativo, ou seja, procurava a causa do efeito produzido. Pensou-se que, erradicando a causa se eliminaria o efeito.

Já existiram várias tendências causais na criminologia. Baseado em Rousseau, a criminologia deveria procurar a causa do delito na sociedade, baseado em Lombroso, para erradicar o delito deveríamos encontrar a eventual causa no próprio delinquente e não no meio. Um extremo que procura as causas de toda criminalidade na sociedade e o outro, organicista, investigava o arquétipo do criminoso nato (um delinquente com determinados traços morfológicos).

Isoladamente, tanto as tendências sociológicas, quanto as orgânicas fracassaram. Hoje em dia fala-se no elemento bio-psico-social. Volta a tomar força os estudos de endocrinologia, que associam a agressividade do delinqüente à testosterona (hormônio masculino), os estudos de genética ao tentar identificar no genoma humano um possível "gene da criminalidade", juntamente com os transtornos da violência urbana, de guerra, da fome, etc.

De qualquer forma, a criminologia transita pelas teorias que buscam analisar o crime, a criminalidade, o criminoso e a vítima. Passa pela sociologia, pela psicopatologia, psicologia, religião (nos casos de crimes satânicos), antropologia, política, enfim, a criminologia habita o universo da ação humana. A nós interessará a criminologia que diz respeito à psiquiatria.

Assassinos em série:

Os Assassinos em Série (serial killers) são um capítulo à parte na criminologia e uma dificuldade para a psiquiatria, uma vez que não se encaixam em nenhuma linha do pensamento específica. Esses casos desafiam a psiquiatria e acabam envolvendo um duelo entre promotoria e defesa sobre a dúvida de ser, o criminoso, louco, meio louco, normal, anormal, etc. Do ponto de vista criminológico, quando um assassino reincide nos seus crimes como mínimo em três ocasiões e com um certo intervalo de tempo entre cada um, é conhecido como assassino em série.

Assassinos sexuais seriais

Os actos de violência contra as pessoas por motivos sexuais constituem uma parte importante de todos os delitos sérios e podem chegar às formas mais desumanas de assassinato. O crime por prazer constitui casos extremos de sadismo, onde a vítima é assassinada e às vezes mutilada, com o propósito de provocar gratificação sexual ao criminoso, o qual normalmente consegue o orgasmo mais pela violência do que pelo coito.

Assassinos Sádicos

O objectivo do paciente sádico não é, necessariamente, obtenção do prazer pela agonia do outro. O desejo de infligir dor não é a essência do sadismo, mas o impulso de exercer domínio absoluto sobre o outro, convertê-lo num objecto impotente da vontade do sádico. Por essa razão, o objectivo mais importante é conseguir que sofra, posto que não há maior poder sobre outra pessoa que o de infligir-lhe dor.